Trio Piazzolla Lisboa



Trio Piazzolla Lisboa

3 Dez | 19h30 | Lisboa Incomum

Astor Piazzolla e música contemporânea portuguesa


A música de Astor Piazzolla situa-se na confluência do tango argentino e música contemporânea. Discípulo de Nadia Boulanger, o compositor cedo enveredou pela libertação do estilo tradicional do tango, explorando a sua reconstrucção com elementos de composição contemporânea e improvisação livre.

Este ciclo de concertos, que irá ser apresentado em vários municípios do País, conta com o apoio da DGArtes, nos apoios de Criação e Edição 2020. Tem a particularidade de apresentar obras de compositores portugueses expresamente encomendadas, numa base de inspiração das estações porteñas de Piazzolla. A obra de Hugo Ribeiro aqui apresentada envereda pelo imaginário dos pássaros na Primavera durante a clausura da pandemia.

Entrada livre mediante reserva para e-mail [email protected] Uso de máscara ou viseira obrigatório.


Programa

Astor Piazzolla, Oblivion

Astor Piazzolla, Verano porteño

Astor Piazzolla, Close your eyes

Astor Piazzolla, Otono porteño

Astor Piazzolla, Tango para flauta solo

Astor Piazzolla, Invierno porteño

Astor Piazzolla, Tango para violoncelo solo

Astor Piazzolla, Café 1930 (História do Tango)

Hugo Ribeiro, Nestaprimaveranãoseouvemsóospássaros

Astor Piazzolla, Primavera porteña


Trio Piazzolla Lisboa

O TRIO PIAZZOLLA LISBOA interpreta a música deste compositor num grupo pouco usual: piano, flautas de bisel e violoncelo. Mas a obra de Piazzolla é versátil, adaptável a qualquer ensemble e sempre reconhecível. O Trio actua desde 2006 e já tocou, entre outros locais, na Fundação Calouste Gulbenkian, Palácios de Sintra, Teatro S Luiz, Festival de Tango de Lisboa, sempre com o maior sucesso. Este ano conta com o apoio DGArtes com concertos em Abrantes, Seia, Évora, Lisboa e Torres Novas, afirmando-se como o mais influente agrupamento de música de Piazzolla da actualidade.


António Carrilho, concertista, flautista, divide a sua actividade musical entre a flauta de bisel e a direcção, abrangendo um repertório que vai desde o Trecento italiano até à música mais recente dos nossos dias sem deixar, no entanto, de interpretar e transcrever a música do século XIX. Foi solista com as   orquestras Gulbenkian; Sinfónica Portuguesa; Metropolitana de Lisboa; Orchestrutopica; Den Norsk Katedralenensemblet (Noruega); Sinfonietta de Lisboa; Divino Sospiro; Os Músicos do Tejo; Orquestra Barroca de Haifa (Israel); Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim; Orquestra Barroca de Nagoya (Japão); Orquestra de Cascais e Oeiras, Concerto Balabile (Holanda); Orquestra de Câmara da Madeira; Orquestra Barroca do Amazonas (Brasil) e premiado nos Concursos Internacionais Recorder Moeck Solo Competition (Inglaterra), assim como Recorder Solo Competiton of Haifa (Israel). É director artístico e musical de La Nave Va e professor na ESART, Castelo Branco.

Catherine Strynckx, violoncelista francesa radicada em Portugal, premiada em vários concursos internacionais, tocou nos Estados Unidos, Alemanha, Suíça, República Checa, Eslováquia, Argentina, Tailândia, Sultanato de Omã, Malta, Quirguistão, Peru, Brasil, França e Holanda. Gravou para a rádio francesa "France Musique", e rádios Checa, Eslovaca, Suíça, e ainda a Antena 2. Gravou 8 discos, dos quais o Quarteto para o Fim do Tempo, (centenário do nascimento de Olivier Messiaen), a integral da obra do compositor F. Lopes-Graça para cordas e cordas e piano com Olga Prats assim como a integral da obra de música de Câmara para cordas de Joly Braga Santos. É parte integrante do projecto “Zêzere Artes”, e lecciona no Conservatório Nacional e ESART em Castelo Branco.

Helena Vasques, pianista, realizou inúmeros concertos de música de câmara e a solo em Portugal e França (Paris). Fundou o Duo Artis com o violinista Luís Cunha, o Duo Aquarius de música contemporânea com o flautista António Carrilho e ainda o Trio Piazzolla Lisboa, para além de colaborações com inúmeros outros agrupamentos e instrumentistas. Colaboradora como pianista da Orquestra Sinfónica Portuguesa e Orquestra Gulbenkian, tocou em inúmeras obras que marcaram momentos importantes da vida cultural portuguesa, como o “Corvo Branco”de Phillip Glass, obra de encerramento da Expo-98, ou a ópera de Pinho Vargas “Os dias levantados” em comemoração de aniversário do 25 de Abril, e em vários Encontros de Música Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian. Uma das suas gravações integra o CD comemorativo de Lopes-Graça, num duo com o violinista da Gulbenkian, David Wahnon. É investigadora no INET-md, Universidade Nova de Lisboa e representante em Portugal do ABRSM.




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